Há coisas que não podemos controlar.
“Não controlamos os fatores que definem a nossa sobrevivência. Há coisas que não estão sob a nossa responsabilidade. Por exemplo, a terra e a maneira de cultivá-la. Podemos escolher a semente, o jeito de plantá-la, como cuidar da muda e como adubá-la. Mesmo cuidando de tudo isso, dependemos da chuva para que a colheita seja boa. Depois de fazer tudo o que podemos, só nos resta apoiar na enxada e ficar olhando o horizonte, torcendo para chover na medida certa.
O simples fato de estar vivo, é garantia de que teremos de lutar pela sobrevivência. E a luta é contra coisas que não podemos controlar, prever ou mudar. Isso nos coloca diante da nossa própria impotência, ignorância e esperança.”


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