Chuva de idéias
Todo mundo deveria ter o direito de parar por um tempo, de repensar idéias, conceitos e objetivos, mas devido a correria do mundo moderno acabamos por transformar dias que poderiam ser repletos de conhecimento e compartilhamento em dias de sobrevivência. E, claro, isso é um grande feito, mas até quando? Até quando o corpo e alma agüentam num estado de inércia sobre a vida que acontece como um sonho? Sim, o sonho da correria da vida moderna, pois a partir dela queremos encontrar satisfação e então voamos para um mundo que não conhecemos e de repente estamos lá fazendo o que mesmo? Ninguém sabe. Mas se há a consciência de que a vida pode ser mais do que dias tumultuados e pequenos momentos de prazer temos um bom começo, um excelente começo.
E amarro linhas imaginárias como se cada uma delas fossem meus objetivos e penso que em determinado momento elas deverão se cruzar, como um ponto de tricô muito bem feito, como olhos guardando um segredo, como o segundo entre reconhecer e amar, como uma pista de corrida que precisa dar espaço a outra pista, desfazendo uma linha paralela. E como não posso saber mais nada desse momento a não ser a certeza de que ele existe fico tecendo meus pequenos fios: alguns tão grandes; outros ainda tão pequenos; alguns solitários; outros compartilhados; outros que são apenas idéias; outros que também são apenas idéias; e mais; e mais; e mais. Se for preciso que todos eles tenham o mesmo tamanho, que assim seja, mas se assim não for, irei atrás da beleza que mora na peculiaridade de ser o que se é e não esperar por perfeições tolas. A vida é melhor assim, não sei se mais correta, mas é bem mais divertida.
E amarro linhas imaginárias como se cada uma delas fossem meus objetivos e penso que em determinado momento elas deverão se cruzar, como um ponto de tricô muito bem feito, como olhos guardando um segredo, como o segundo entre reconhecer e amar, como uma pista de corrida que precisa dar espaço a outra pista, desfazendo uma linha paralela. E como não posso saber mais nada desse momento a não ser a certeza de que ele existe fico tecendo meus pequenos fios: alguns tão grandes; outros ainda tão pequenos; alguns solitários; outros compartilhados; outros que são apenas idéias; outros que também são apenas idéias; e mais; e mais; e mais. Se for preciso que todos eles tenham o mesmo tamanho, que assim seja, mas se assim não for, irei atrás da beleza que mora na peculiaridade de ser o que se é e não esperar por perfeições tolas. A vida é melhor assim, não sei se mais correta, mas é bem mais divertida.


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